‘Última ação’ pede nulidade nos aditivos e nas alterações dos contratos do pedágio

As empresas de pedágio não conseguiram se livrar de todas as ações que questionaram os aumentos das tarifas, entre outras demandas nos contratos originais do plano de concessões implantado no Paraná em 1997 durante o governo de Jaime Lerner.

A maioria das ações foi retirada pelo Estado, mas ainda resta uma, segundo o Instituto Brasil Transportes (IBT).

Esta ação tramita na 2ª Vara Federal de Curitiba e pede a nulidade dos aditivos e de diversas alterações nos contratos das concessões entre o Estado e as empresas.

O processo proposto em 2013, pelo próprio IBT, presidido pelo ex-deputado Acir Mezzadri, ganhou força e respaldo nos últimos meses com as operações da Lava Jato e com a polêmica dos acordos de leniência das concessionárias com o Ministério Público Federal (MPF).

“Ainda nos resta uma última ação que questiona todo esse modelo perverso de pedágio, com tarifas altas, alterações e aditivos feitos à revelia do interesse público. Espero que ganhe agilidade e que o resultado, com tudo o que está sendo revelado pela Lava Jato em relação aos pedágios, seja satisfatório aos paranaenses”, disse o deputado Romanelli (PSB) que votou contra as concessões em 1997 e desde então questiona o modelo de pedágio implantado no Paraná.

Luiz Cláudio Romanelli e Acir Mezzadri (Foto: divulgação)

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