Reconstrução do MDB começou com derrota de Roberto Requião nas urnas

Roberto Requião (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

O ano de 2019 foi positivo para o MDB do Paraná, ressurgindo da cinzas, após sucessivas gestões desastrosas do ex-governador Roberto Requião no comando, levando a sigla a ter as contas reprovadas nos anos de 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018, resultando em uma pena de três meses sem fundo partidário e a suspensão de repasses durante o mesmo período, um prejuízo de R$ 300 mil.

O presidente João Arruda, com ajuda do deputado estadual e vice-presidente Anibelli Neto, em um ano, transformou uma sigla sem perspectiva, em uma das legendas mais cobiçadas para disputar vagas nas principais Câmaras Municipais do Paraná, devendo ser um dos partidos que mais deve crescer no Paraná após a eleição de 2020 – é o terceiro em recursos para a próxima eleição municipal.

A mudança foi apressada com o fracasso eleitoral do ex-senador Roberto Requião, em 2018, e com as mudanças internas, como a promessa de Arruda para socializar os recursos partidários entre todos os candidatos de 2020 e o consequente fim dos recursos carimbados para manter o domínio da família do ex-todo poderoso medebista velho de guerra.

9 COMENTÁRIOS

  1. O MDB agora crescerá no Paraná novamente e chegara lá, parece.me ser um bom moço, honesto, idéias centradas e tem conduzido bem o partido pelo que vejo na mídia

  2. O MDB agora crescerá no Paraná novamente e chegara lá, o João
    Arruda, parece.me ser um bom moço, honesto, idéias centradas e tem conduzido bem o partido pelo que vejo na mídia

  3. Arruda é filho da Lúcia, irmã do Requião, o hoje velho e cansado de guerra. Requentar a velha história de prepotência é tudo que o Paraná não quer.

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