* José Carlos Chicarelli
A sociedade curitibana evoluiu nos últimos anos, de forma acelerada após a eleição de 2018, quando entendeu a necessidade de buscar políticos com posições, para defender os interesses dos cidadãos e não para legislar para determinados grupos econômicos.
Ao aprovar o aporte de até R$ 200 milhões para o transporte coletivo, a prefeitura e a Câmara Municipal de Curitiba desprezaram a sociedade como um todo e se posicionaram do lado negro da força, não daqueles que os elegeram.
Para conter a sangria dos cofres públicos, o Tribunal de Contas do Paraná (TC-PR) suspendeu o pacote de bondade de Greca e restabeleceu a ordem na casa, antes mesmo do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), pelo Tribunal de Justiça.
As empresas de ônibus agora terão que entender, em decorrência da crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus, a “teta” acabou, o lucro garantido ficou no passado e as desculpas para os aumentos precisam de revisão.
Ficou explícito após o texto ser aprovado pela Câmara de Vereadores, de que é possível alterar o contrato de concessão do transporte que expira em 2025, deste modo abre precedente, pelo nosso entendimento, que a URBS pode propor alterações que beneficiem os passageiros, especialmente melhorando a qualidade e abaixando o preço da passagem, uma das mais caras do Brasil.
Temos duas coisas certas para o futuro do transporte coletivo em Curitiba: a primeira, os pré-candidatos a prefeito, principalmente os de oposição, certamente irão sugerir alterações do questionável contrato de concessão elaborado na gestão do ex-prefeito Beto Richa (PSDB), concluído e assinado, em 2010, na administração de Luciano Ducci (PSB) e inalterado na administração Gustavo Fruet.
A segunda, a reeleição de Rafael Greca (DEM) continuará mantendo as relações inalteradas com os empresários de ônibus e a parte mais fraca, o usuário, vai continuar ficando sem upgrades no serviço, como passagens mais baratas, wi-fi nos ônibus e conforto, além de ar condicionado e quente.
José Carlos Chicarelli é ex-vereador e criador da CPI da Urbs/Transporte Coletivo
A matéria é de responsabilidade do autor e não reflete a opinião do Blog do Tupan
Vamos defender nossos direitos de trabalhadores.
Temos q alterar muita coisa nessa política.
Fora políticos interesseiros.
Isso aí Chicarelli, meu voto é teu.
As pessoas estão sendo prejudicadas por causa dos políticos q só pensam nos grandes
Greca pensa q vai se reeleger.
Tá na hora dos pré-candidatos a prefeitos iniciarem propostas p mudarem o transporte coletivo pós pandemia
Com Greca sempre os atuais donos de empresas reinaram e ganharão milhoes
O povo quer mudanças
chega dos empresários dos ônibus ditando regras para o prefeito e vereadores
João Arruda trará mudanças chega dos mesmos
Greca prioriza os ricos
não gosta de pobres
Transporte Coletivo de Curitiba já foi exemplar
encarecem muito e piorou
Esses vereadores precisam ser aposentados. Quatro anos deixando se seduzirem
Em Curitiba os vereadores so despachantes de luxo
Sem polêmica e com todo respeito!!!!
Qual resultado prático, que beneficiou a população da CPI do transporte coletivo?