2020 foi um ano para vereadores esquecerem. Saiba os motivos

Giovani José Marcon (Foto: CMCL)

Alguns vereadores de Curitiba e da região metropolitana estão sujos com o eleitorado e devem enfrentar dificuldades para se reelegerem em 15 de novembro, principalmente por deslizes graves no mandato.

Os casos mais conhecidos aconteceram na Câmara Municipal de Curitiba, onde duas vereadoras da causa animal foram acusados de “rachadinha” e o mais notório foi de Fabiane Rosa (sem partido) que passou aproximadamente duas semanas no Presídio Feminino de Piraquara e no Complexo Médico de Pinhais e respondendo no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar pelo ocorrido.

Outra que se encrencou e puxou o pelotão de frente dos problemáticos nesta legislatura, foi Kátia Dittrich (SD), pelo mesmo motivo de “rachadinha” de Fabiane Rosa, mas Kátia tem um diferencial em relação a ela, já foi condenada em primeira instância e está apelando ao TRF-4 para tentar escapar da punição, o que é difícil.

Zezinho do Sabará (DEM) e o vereador licenciado Hélio Wirbiski (CDN) tiveram áudios vazados por funcionários de Fabiane Rosa de que eles também praticavam “rachadinha”, mas até agora nenhuma representação contra eles chegou ao Conselho de Ética.

Também ganhou repercussão o caso de Giovani José Marcon, vereador de Campo Largo, que teve a prisão decretada pela Vara Criminal da cidade, após sentença condenatória por peculato e que deve cumprir pena em regime semi-aberto, na Colônia Penal Agrícola.

Além desses imbróglios chamou a atenção as denúncias ao Conselho de Ética dos sindicatos Sismuc e Sismmac contra dois vereadores que vão tentar a reeleição, Serginho do Posto e Toninho da Farmácia, ambos da tropa de choque no legislativo municipal do prefeito Rafael Greca e do mesmo partido, o DEM, por nepotismo cruzado.

Outro denunciado pelos sindicatos foi Beto Moraes, cria do deputado estadual Mauro Moraes, por outro motivo, a distribuição de brindes, muletas e cadeiras de rodas, entre outras, proibidas pela legislação brasileira.

Quem também quer esquecer 2020 é Thiago Ferro, do PSC, nas redes sociais ele foi acusado de trair os valores familiares e perdeu apoio de várias igrejas no projeto de tentar se reeleger em novembro, mas ele foi o sortudo, como é uma violação pessoal dos princípios cristãos, ele não corre o risco de processo na Comissão de Ética do legislativo municipal.

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