Unidos por recursos para micro, pequenos e médios empresários

José Carlos Chicarelli (Foto: Chico Camargo/CMC)

Não são apenas os pré-candidatos à Prefeitura de Curitiba que estão em guerra contra o repasse de até R$ 200 milhões para o transporte coletivo, postulantes à Câmara Municipal de Curitiba também estão querendo acabar com a “teta” e pregam nas redes sociais um contrato que traga vantagens para o usuário, como conforto, wi-fi, preço justo, ar condicionado e ar quente para os dias de frio, além de desajarem transferir esse recurso para os micro, pequenos e médios empresários, base e sustentáculo da economia de Curitiba.

Um dos mais articulados na busca da tarifa realmente social e do socorro para “os esquecidos” é José Carlos Chicarelli (MDB), criador da CPI da URBS, em 2013, onde conheceu todos os detalhes do contrato com a concessionária.

“Precisamos de concorrência para baratear o custo da passagem e acabar com o cartel existente na nossa cidade, onde apenas uma empresa comanda tudo e ainda dita regras na Prefeitura e na Câmara de Vereadores” defende Chicarelli, um dos articuladores para a utilização consciente do dinheiro público.

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