Delegado Francischini defende mudanças na prefeitura

Fernando Francischini (Foto: divulgação)

O deputado Delegado Francischini participou de uma entrevista na Rádio CBN, colocou-se como pré-candidato do PSL, falou da necessidade de mudança no comando do Palácio 29 de Março e da necessidade de um novo modelo administrativo para a capital do Paraná, democratizando o acesso as obras.

Veja a parte em que ele comenta sobre as eleições:

Essa é a primeira vez em que não teremos mais a eleição proporcional. Os partidos não poderão fazer coligação para unir vários candidatos. Cada partido vai lançar a sua chapa e valerá o somatório de votos no próprio partido. Com isso, tomamos a decisão no PSL de renovação total. Não temos nenhum candidato com mandato. Temos um amplo aspecto social em Curitiba com representantes de seguimentos, regiões, mas totalmente novos. Estamos com um curso de capacitação preparado para abril, tanto de formação intelectual, formação ideológica para entender a democracia, os regimes ditatoriais dos quais não queremos nos aproximar, e também como se posicionai nas redes sociais. Esse vai ser o futuro. Não adianta o candidato estar só procurando um emprego. Vereador tem que ter perfil, conteúdo e foco. Ou então cidade fica sem um debate de alto nível.

Quem quer ser prefeito de Curitiba dizendo que o padrinho é fulano, ou sicrano, mas sem capacidade técnica, sem projeto para fazer a gestão vai naufragar. Hoje, pelas redes sociais, o eleitor está muito politizado e acompanha a vida, o que já fez e se tem capacidade para fazer. Só padrinho não define mais uma eleição como antes das redes sociais.

Chegou a hora de uma novidade. As eleições para Curitiba vêm de famílias de políticos tradicionais de décadas. Isso aconteceu com o governador Ratinho Junior, que quebrou o monopólio de grandes famílias. E a minha candidatura é essa também: a novidade. Trazer a Curitiba nova. Não só o marketing de campanha.

Estamos vendo o alagamento que levou pilhas de carros na Vila Capanema, por causa de uma obra não feita no Rio Belém. E a história de uma mulher que morreu na UPA do Boqueirão após ficar esperando por quatro dias a vaga em um hospital.

O discurso verdadeiro é de cuidar das pessoas. A cidade é linda, a parte de asfalto, de concreto, da grama cortada. Mas a que custo para as pessoas que moram na cidade, principalmente nos bairros? Essa é a nossa visão.

5 COMENTÁRIOS

  1. Francischine bombardeou os professores na pressa Nossa Senhora da Salete, quando era secretário de “Dessegurança Pública”.
    Tem teto de vidro !
    Ney será o próximo prefeito de CURITIBA!

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