Pai da Escola Lapa contesta desculpa da Secretaria Municipal de Educação sobre atividade de ideologia de gênero

Ricardo Arruda (Orlando Kissner/Alep)

O representante dos pais dos alunos da Escola Municipal Lapa, no Boqueirão, que pediu anonimato, negou que na reunião de pais do dia três de outubro, a atividade sobre ideologia de gênero foi discutida com os participantes do encontro.

Segundo ele, o compromisso apresentou as notas das crianças dos meses de agosto e setembro: “minha esposa esteve na reunião em 3 de outubro, onde foi falado sobre as atividades desenvolvidas em sala de aula e as professoras afirmaram estarem participando de tudo. Porém em momento algum foi exposta esta situação a respeito da ideologia de gênero ou exposição das crianças a atividades como meninos brincarem de brincadeiras de meninas. O trabalho foi passado no final de semana passado às crianças para a prática da caligrafia.”

Na denúncia apresentada ao blog, pais ficaram transtornados com uma atividade de caligrafia, retirado do site de esquerda Catraca Livre, onde o texto colocava que meninos poderiam brincar de princesa.

Vereadores e deputados estaduais como Missionário Ricardo Arruda (PSL), defensores da escola sem partido, prometem reapresentar a proposta no próximo ano, em uma tentativa de conter o avanço da ideologia de gênero nas unidades escolares de Curitiba e do Paraná.

16 COMENTÁRIOS

  1. Tudo poderia ser diferente se não houvesse conflitos de interesses: professores querendo tomar a iniciativa de moldar nossas crianças. Seria ótimo se os pais tivessem a opção de ensinar em casa e testes manteriam as notas. A Educação está falida.

    • Quanta bombagem sendo dita sobre a inventada ideologia de gênero.

      Temos mais que combater o preconceito, homogobia, racismo etc. Meninos e meninas podem brincar com boneca ou com carrinho.
      Só um povo ignorante que pensa que existe cor para um e para outro.

      Quanto politizar alunos, outra ignorância. O que acontece quando estudamos, aprendemos, é que nossos horizantes se abrem, criamos o senso crítico, e se esse senso percebe que tudo que aprenderam dentro de casa e na rua é injusto, desigual e os poderosos, na sua maioria fedem, temos que dar gracas por eles acordarem para a realidade.

      Outra observação, rara a familia que nao tenho alguma pessoa do publico Lgbti, ou assumido pu sofrendo por medo e vergonha de familias que vivem a mentira da boneca pra mocinha e do carrinho pro mocinho.

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