Jovens buscam alternativas de renda no mercado de dólar

O mercado financeiro e do dólar sempre foi enigma para os jovens, com fórmulas complicadas, incertezas de rentabilidade e uma possibilidade distante de renda mensal. Mas nos últimos dois anos, esse panorama de dúvidas vem sendo substituído com a entrada de “traders” da moeda americana, com menos de 30 anos, e com poucos recursos para operar na Bolsa de Valores, sempre buscando alternativas para uma nova fonte de renda.

Luan Malakowsky, de 28 anos, trabalha como gerente comercial, estuda economia em uma Universidade do Rio Grande do Sul e para operar usa os conhecimentos obtidos em dois cursos de “trade”. Atualmente, com pouco investimento, fatura entre R$ 1,5 mil a R$ 2 mil mensais. Para engordar o salário de gerente comercial, se dedica ao trabalho por cerca de duas horas diárias, de segunda a sexta-feira, na parte da manhã.

“Comecei a me interessar pelo ‘day trade’ através de informações de amigos. No Instagram encontrei um curso em Curitiba. Entrei em um grupo de ‘whats app’ e por seis meses acompanhei os depoimentos dos estudantes e dos instrutores, até que me senti confiante e fui estudar com os professores Wesley Martins, Murilo Coga e Marcos dos Santos que me deram toda a base para entrar no mercado de dólar”, afirma Malakowsky.

Andréia Miranda tem 29 anos e descobriu o ‘day trade’ em uma roda de conversa com amigos. Na época trabalhava em uma montadora da capital paranaense, tinha uma filha pequena e pouco tempo para se dedicar a ela. Resolveu participar de um curso intensivo sobre compra e venda de dólar no mercado futuro. Meses depois deixou a empresa e com o acerto começou a operar e deu certo.

“Hoje, consegui reunir uma reserva que me permite ter um salário fixo de R$ 1,2 mil mensais, trabalhando apenas duas horas por dia, de casa, fazendo operações conservadoras e tendo tempo integral para me dedicar a minha família. Antes eu pensava em voltar a cursar Administração. Agora, nem penso mais nisso, acredito que estou iniciando em uma profissão de futuro, sem pagar altas mensalidades”, explica Andréia.

Luan Malakowsky (Foto: Divulgação)

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